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O blog catita

ideias e comentários do dia-a-dia e do design

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31
Jan13

Marcas portuguesas 2

Renova

Há o papel higienico preto que torna a casa  de banho chique, há os guardanapos vermelhos que dão outro toque a uma mesa de jantar, há os rolos de cozinha cor-de-rosa, que são giros e chega.

E depois há os outros produtos todos, mais normais, mas que desde 1939 entram em casa dos portugueses.

Nascida  em Torres Novas (onde mantem a sua sede e os centros produtivo e logistico), é à Renova que cabe o titulo de fundadora em Portugal do mercado de produtos descartáveis de papel. A grande maioria de produtos da marca são fabricados nas duas unidades industriais de Torres Vedras, mas como as exigencias têm sido cada vez mais e maiores, a marca viu-se obrigada a recorrer a parcerias internacionais.

António José Silva, diz que o sucesso da renova se deve à forte matriz inovadora, à agilidade organizacional de antecipação de tendencias.

De facto, a Renova foi a primeira a lembrar-se de lançar uma coisa tão simples como um rolo de papel higienico preto, que se tornou rapidamente um sucesso a nìvel mundial. O jornal espanhol El Mundo, por exemplo, chamou-lhe “Michael Jackson do papel higienico” eo francês Nouvel Observateur afirmou ser “verdadeiramente chique”. E foi, provavelmente, a primeira vez que um rolo de papel teve direito a apresentação no Maison e Object, em Paris.

Ainda assim, e apesar de todo o sucesso, a marca não faz questão de assumir as suas origens. Não é fácil descobrir uma versão do site em português  (apesar de existir) e a comunicação gira em torno de um produto mais internacional. “ Um papel higienico não é melhor ou pior em função da nacionalidade do seu fabricante. O mesmo não será verdade para um vinho ou queijo”, diz antónio José da Silva. Actualmente a Renova está presente em mais de 70 países.

Dr. Bayard

No final dos anos 30, um jovem merceeiro da Baixa, Álvaro Matias, costumava levar as compras a casa de um francês, o Dr. Bayard. Tornaram-se tão amigos que o doutor lhe deu um segredo único: a receita de uns rebuçados peitorais. O que começou por ser um negócio caseiro rapidamente se tornou num caso de sucesso, e os rebuçados de açucar, mel glucose e xarope de plantas medicianis são hoje produzidos em grande escala (640 mil rebuçados por dia).

Claus Porto/ ACH. Brito

Fundada por dois alemães em 1887 e comprada em 1918 por Achilles de Brito, é hoje uma das mais importantes marcas portuguesas. Até Oprah Winfrey já assumiu ser fã. É conhecida pelos sabonetes perfumados e pelas embalagens vintage, mas tambem produzem gel de banho, sabonetes líquidos, sais de banho e velas aromáticas. A Claus Porto é o topo da gama da marca, a Ach. Brito é o segmento mass market da empresa. Recentemente, a empresa adquiriu a marca de sabonetes Confiança.

Cork & Co

É a escolha mais óbvia quando o tema é comprar português. Não só porque somos o maior produtor de cortiça, mas, tambem porque o material tem caracteristicas únicas. É totalmente natural, impermeável, durável, leve, ambientalmente sustentável e defácil limpeza. Já para não falar nas mil aplicações que tem e que estão à venda na loja. Desde malas a peças de decoração.

29
Jan13

Marcas portuguesas

Nos tempos difíceis que correm é sempre importante relembrar que temos bons exemplos de empresas nacionais que são autenticos casos de sucesso.

Fly London

Quem é dado a estas coisas da moda seguramente já tropeçou numas sandálias, botas ou sapatos ou ténis com uma mosca em relevo.

O que se calhar nunca se deu conta é que se trata de um produto português, mais propriamente de Guimarães.  A Fly London nasceu em 1999 com o lema “sempre progressiva, nunca convencional”. A ideia é ter calçado de design arrojado mas sem esqucer o conforto. A marca é cada vez mais internacional, e já tem lojas próprias em Londres e Copenhaga.

Barral

O creme gordo da Barral é um clássico, sobretudo entre grávidas, por ser altamente hidratante. E parecendo que não, já anda por cá há quase 180 anos. Criado em 2835 pelos irmãos Barral (professores da Escola Médica), o creme foi desenvolvido para tratar peles secas e desidratadas, e rapidamente se tornou popular em todas as classes. Nos anos 50 começou a ser comercializado em framácias e recentemente a linha foi alargada. Ao creme gordo vieram juntar-se produtos como o creme hidratante, o de mãos, o óleo e uma linha para peles sensíveis.

 

Sumol

Que nome dar a um sumo para beber ao sol? Que tal...Sumol? Foi esta a ideia que esteve por trás do mais conhecido refrigerante português. Criado em 1954, foi a primeira bebida de sumo de fruta pasteurizada a surgir em Portugal.

Ao sumo de laranja original vieram juntar-se outroas aromas (ananás, maracujá, manga) e até já há um Sumol Zero.

 

Cutipol

Totalmente fabricados em Portugal, embora a matéria-prima ser importada da Alemanha, França e Finlândia, já que Portugal não produz aço cromo-níquel. Não só o material é de alta qualidade, como as formas são totalmente ergonómicas e o design sóbrio. A marca exporta 75%para 45 países nos cinco continentes.

 

Mood

Inspirados nas formas da natureza, a dupla de designers Filipa Maia e Raul Santos cria objectos de iluminação com nomes como Star, Jelly ou Amoeba. Todos são 100% nacionais, da matéria-prima ao desenho. 

 

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